terça-feira, 28 de junho de 2011

#textosemnome

Putz... isso me lembra a musica sem nome do Tópaz...

Bom, pelo menos lembra uma musica boa :D

"Os cães amam a seus amigos e mordem a seus inimigos, ao contrário das pessoas, que tendem a misturar amor e ódio"

Grandeeee Freud

Falando em cão lembrei uma musica do castelo Ra-Tim-Bum:

Cachorrinho Passarinho, que som é esse?
Quem sabe o nome dele? (8)


E os coalas?




Bahhhhhhhhhhhhh


essa musica tem que ser lembrada:





 

segunda-feira, 6 de junho de 2011

...

VAI TOMAR NO SEU (censurado)!!!

Nota mental: Blog não é diário!

 Obrigado pela atenção!

#segunda-feira

Dia perfeito, para na esquina e diz "goodbye"... Flutua como uma nuvem
"She's really have a groove" (8)

Intocável sentimento, inexplicável aflição, incontável dor.

Mudar:
v.t.
Remover, pôr em outro lugar, deslocar.
Alterar, modificar, transformar, converter.
Trocar, substituir.

Mudanças normalmelmente só ocorrem após muita resistência e mesmo assim não acontecem sem dor... Sem pagar o preço justo, é intocável o desejo de que tudo de certo, de encontrar um sentido que faça sentido para tanta luta, é inexplicável o desejo de vitória, os erros cometidos tentando acertar a vontade de seguir tentando, porem é incontável a dor da derrota, do sentimento de fracasso, a dor que de cada golpe inesperado que a vida te oferece.

 É só mais uma segunda-feira, como todas as outras cheia de problemas, aflições, pensamentos e esperança.
Sempre a esperança, nos movendo para a ilusão de um dia acordar e tudo estiver bem...

Talvez seja essa a palavra chave da vida: Esperança.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Um Cachorro

De onde surgiu aquele cachorro? Não lhe dei bola nem nada. Caminhava pela calçada, olhei para baixo e lá estava ele, abanando o rabo, me olhando com a afeição submissa de todo vira-lata.
Um vira-lata clássico, de fato. De tamanho médio, algo entre o pastor alemão e o pequinês. De cor indefinida, algo entre o preto e o marrom. Magricela, mas enérgico. Li numa edição da National Geographic que nenhum animal irracional do planeta se equipara em inteligência ao vira-lata brasileiro, capaz de aprender com mais rapidez do que qualquer chimpanzé que se balança numa palmeira indiana e a sobreviver na selva da cidade com mais sucesso do que uma criança de 12 anos de idade. Quando conheci aquele cachorro, constatei que isso é verdade.
Como dizia, caminhava pelas ruas do bairro, e ele apareceu. Começou a caminhar ao meu lado. Olhei para ele. Ele levantou a cabeça e olhou para mim.
- Que foi? – perguntei, como se pudesse receber resposta. – Não tenho comida. Vai embora.
E segui caminho sem lhe dar importância. Tinha mais em que pensar. As coisas não iam bem na minha vida. Fazia quase um ano que perdera o emprego e quase dois meses que perdera a família. Suspeito que uma coisa tenha sido decorrência da outra. Fui demitido do banco no ano passado e, desde então, o máximo que consegui foi um bico de entregador do mercadinho do bairro. Como sempre morei aqui e conheço todo mundo, o trabalho é fácil. Os vizinhos pedem algo por telefone e eu entrego na casa deles. Vou com a minha bicicleta, rápido e barato. Não precisam nem dizer o endereço, não há quem eu não conheça nas imediações. O dono do mercadinho é meu amigo, foi ele quem propôs o trabalho. Sei que no início a ideia dele era me ajudar, mas agora acho até que estou sendo útil. Os fregueses se acostumaram com o serviço. É prático e, como uso a bicicleta, cobro menos do que uma tele-entrega de moto. São um ou dois reais por entrega, dependendo da distância. Já ganhei 80 reais em um dia, mas a média é 20. Dá para viver, não pago aluguel, moro na casa que sempre foi dos meus pais, mas para sustentar mulher e duas filhas é pouco, quase nada. Acho que foi isso que fez minha mulher perder a paciência comigo. Um dia, um caminhão de mudanças encostou lá em casa. Três homens saltaram de dentro e foram pegando tudo, móveis, roupas, a TV, a geladeira. Fiquei olhando sem saber o que dizer. Perguntei para a minha mulher o que significava aquilo e ela mal me encarou ao responder:
- Vou embora.
Não consegui reagir. Não consegui argumentar. Nem sequer perguntei por que ela estava indo. De certa forma, já sabia. Não tinha acontecido nada de grave, nenhuma briga importante, nenhuma discussão explosiva, mas eu já sabia. Fazia tempo que sentia que ela não gostava mais de mim. Suspeito que minhas filhas também não gostem de mim. Não que me desprezem ou que me odeiem. É um nada, um vazio, um não sentir.
Quando elas moravam aqui era como se fosse um estranho para elas. Um transeunte. E elas também eram transeuntes para mim. Chegava em casa à noite e elas estavam trancadas no quarto, ouvindo música, ou ao telefone, ou ao computador, ou sabe-se lá o que fazem duas meninas pré-adolescentes num quarto. Minha mulher estava vendo TV. Sempre. Eu ficava um tempo por ali, zanzando, sem ter o que fazer. Então jantava sozinho na mesa da cozinha, via um pouco de TV ao lado dela e ia dormir. Uma vida chata, admito. Normal que elas quisessem ir embora. Dei razão a elas. Eu também iria embora, se fosse uma mulher e um homem me proporcionasse esse tipo de vida.
Elas se foram rapidamente, minha mulher deu tchau, minhas filhas não. Entraram todas no carro que eu havia comprado quando ainda estava empregado e sumiram rua abaixo, o caminhão de mudanças atrás.
Fiquei em casa olhando para as peças semi-vzias, sem saber o que pensar. Até hoje não comprei outra geladeira. TV tenho a pequena, que era do quarto. Coloquei na sala, em cima de uma cadeira. Minha vida como que se congelou. Nada mais aconteceu, até aparecer aquele cachorro.
Naquele dia, o cachorro me seguiu o tempo todo. Eu pedalava pelo bairro e ele atrás, a língua de fora. Quando parava para entregar as encomendas ou pegar uma nova no mercadinho, tentava expulsá-lo:
- Vai embora! Vai embora!
Ele não ia.
- Cachorro chato!
E seguia pedalando, e ele atrás.
No fim do dia, fui para casa, e o cachorro continuou no meu encalço.
- Mas que grude! – gritei, ao chegar à porta de casa. – O que você quer? Não vou dar comida! Só tenho comida para mim!
Entrei em casa, fechei a porta e o deixei do lado de fora. Jantei, sentei à frente da TV, bebi uma cerveja. Antes de me recolher, fui à janela, olhei para a rua. Ele estava lá. Deitado sob a luz do poste. Quando afastei a cortina, ele se ergueu de um salto, ficou me olhando com expectativa, a língua de fora, decerto esperando que o pusesse para dentro.
- Cachorro maluco – falei. E fui dormir.
Na manhã seguinte, qual foi o primeiro ser respirante que vi ao abrir a porta de casa?
Ele.
O cachorro.
Estava me esperando, o desgraçado. Nem olhei para ele, não falei nada. Montei na bicicleta e pedalei a toda velocidade. Ele teve dificuldade para me alcançar, mas conseguiu. Quando cheguei ao mercadinho, ele estava esbaforido, respirando pesadamente, mas estava lá. Continuou comigo o dia inteiro. O que ele queria? Não lhe dava comida, não lhe dava atenção, por que não me largava? Aquilo começou a me incomodar.
- Vai embora! – ralhava de vez em quando. – Não quero nenhum cachorro!
Ele não arredava a pata dalí.
Assim foram se passando os dias. Todos os dias ele comigo e, durante as noites, ele vigiando em frente à casa, debaixo do poste, esperando que eu aparecesse á janela para se levantar sobre as quatro patas, abanar o rabinho e ficar me olhando com adoração. Nunca lhe dei um osso sequer, nunca lhe fiz um afago. Não conseguia entender os motivos da adoração daquele cachorro por mim.
Depois de mais ou menos um mês, as pessoas do bairro já achavam que o cachorro era meu.
- Teu cachorro dormiu na chuva ontem – me disse um dia uma vizinha.
- Não é meu cachorro. Não tenho cachorro – respondi, mal-humorado.
E, realmente, ele não se afastava nem quando chovia, nem quando fazia frio. Como é que se alimentava? Um mistério.
No começo achava-o um cachorro muito feio, mas, aos poucos, fui notando que possuía belos olhos, cheios de luz, que emitiam um olhar molhado, de bons sentimentos, de algo parecido com devoção. Ou será que eu estava delirando? Pode ser. A gente pensa bobagens, quando não tem o que pensar.
Também notei que se tratava de um cachorro alegre. Parecia sempre de bom humor, apesar da falta de consideração que eu tinha por ele. Ou será que aquela alegria canina era outro produto da minha imaginação? Pode ser, pode ser…
Uma manhã, ia saindo de casa quando o telefone tocou. Estranhei. O telefone tocava pouco, desde que minha mulher fora embora. Atendi. Era o advogado dela. Da minha mulher.
- Advogado? Não sabia que ela tinha advogado… – comentei.
O cara nem respondeu. Informou que ela estava cobrando pensão. Um terço do que calculava que eu ganhava num mês. Tentei argumentar, dizer que não tinha emprego fixo, que vivia de bico, na informalidade. Ele desligou insinuando algo sobre cadeia imediata, a única coisa que dava cadeia no Brasil. Coloquei o fone no gancho, irritado. Saí resmungando:
- Pensão… Pensão! Era o que me faltava!
Como é que ia arrumar aquele dinheiro? Como é que ia viver? Será que minha mulher não sabia o que eu passava? Quem estaria envenenando-a contra mim? Pô, ela já tinha levado tudo, tinha levado até o meu carro!
Abri a porta e ele estava lá. O cachorro. Fazendo festa. Para mim, não era dia de festa, era dia de funeral. Ele veio todo alegre, veio se esfregar em mim, talvez intuindo que meu ânimo não era dos melhores. Aquilo me enfureceu. Todos os problemas que tinha e ainda precisava aturar um cachorro que eu não queria? Ele se esgueirou pelas minhas pernas e não me contive. Custa-me reconhecer, mas o fiz: chutei-o. Desferi-lhe um pontapé no meio do seu peito marrom. Ele rolou ganindo e caiu no meio-fio, me olhando com pavor.
- Sai, cachorro desgraçado! – gritei, batendo o pé na calçada, ameaçando lhe chutar de novo.
Ele saiu correndo, olhando para trás com o olhar triste, chorando. Sumiu na curva da esquina e desapareceu.
Não demorou muito para me arrepender. Foi quase imediato. Senti um aperto no meio do peito, uma angústia invencível. Fiquei um pouco desnorteado, girei para lá, para cá, não sabia o que fazer. Então, montei na bicicleta e pedalei até a esquina. Nada. Nem rastro do cachorro. Suspirei. Resolvi ir ao mercadinho. Talvez ele estivesse lá, me esperando.
Não estava.
Durante todo o dia, pedalei pelo bairro olhando para baixo, para ver se o encontrava.
Nada.
À noite, ia à janela de cinco em cinco minutos, esperando vê-lo debaixo do poste.
Nada.
No dia seguinte, resolvi empreender uma busca. Não fui trabalhar. Passei o dia inteiro procurando-o.
Não encontrei.
Até hoje, não encontrei. E mais do que os meus pais, que já morreram, mais do que minha mulher e minhas filhas, que me abandonaram, mais do que qualquer amigo que um dia tive, sinto falta daquele cachorro. Aquele maldito cachorro que, por alguma razão, gostava de mim. Aquele cachorro para quem, percebo agora, nem nome dei.

David Coimbra

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Tudo Poderia Ser Diferente

 A cada escolha uma direção é tomada não deixando espaço para arrependimentos, esta feita.

Como uma menina que ao entregar uma carta para uma amiga do menino que esta apaixonada e pedir segredo da autoria fica na esperança de que a amiga desse menino diga quem escreveu a carta para assim ter alguma chance de ele corresponder seu sentimento.

O menino sabe quem fez a carta, e gostou da carta e até desperta um sentimento que pode vir a se tornar algo sólido, porem nunca teve coragem para admitir isso, ele tem apenas 14 anos e não tem segurança para nada.

Enfim, a escolha foi feita seja por vontade seja por falta de coragem, o certo é que a oportunidade não vai voltar e apenas após anos que tudo parece tão besta que o sentimento de “poderia ser diferente” aparece.

O rumo já foi tomado, e então será que tudo realmente poderia ser diferente ou tudo faz parte do destino, algo pré-destinado para cada vida, para cada pessoa...


quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

O Aquecimento

O aquecimento já começou, e a anciosidade já toma conta da minha cachola pensante, a ponto de que qualquer distração e lá estou eu pensando na virada do ano. Este ano vai ser diferente, será em Torres onde faz muito tempo que não vou. Um planejamento foi feito por mim e pelo Fernando (amigo que conheci na ULBRA) contabilizando tudo, na verdade o plano já foi alterado algumas vezes xD mas o objetivo é sempre o mesmo, vamos em 2 casais e prontos pra ter uma virada daquelas.

Finalizo 2010 com o pensamento que poderia ser melhor, mas ao mesmo tempo não posso deixar de dizer que foi bom, fiz escolhas das quais não me arrependo e espero estar pronto para que a partir de 2011 eu possa “catar” os frutos de algumas dessas escolhas.

Fim de ano é FODAAA!

Sempre essa expectativa de que tudo vai mudar, de que tudo vai ser melhor é tão bom ter esperanças, sonhos. É incrível a capacidade que temos de sonhar e com isso correr atrás do que queremos.

Então lá vamos nós, prontos para fazer historia em mais um ano que esta para começar...

O aquecimento começa dia 18 em Torres... Boa sorte para nós!

A vibe é fora do normal!

NOTA: A principio vamos voar de parapente o/ (algo a ser confirmado ainda). Cada dia melhora a expectativa.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Por quê as Mulheres Vivem Mais?

Hoje, como de costume fui almoçar sozinho (sim é muito triste minha vida sofrida) em um restaurante próximo da empresa onde trabalho. Pois bem durante toda a semana observei sem querer querendo (já que não tinha com quem conversar) o comportamento alimentar das pessoas e isso fez surgir uma pergunta em minha cabeça: será que o fato de as mulheres viverem mais tem alguma relação com o que comemos?

Alguns fatos ocorridos no almoço:

Enquanto a maioria das mulheres comem uma montanha de mato os homens comem uma montanha de carne.

Enquanto os homens falam de futebol e metas de trabalho as mulheres falam mal dos chefes, empresas e colegas não presentes.

Enquanto eu comia lasanha até cansar uma gorda serviu um morro no prato que me apavorei.

Voltando ao assunto expectativa de vida...

Apesar de fatos conhecidos que explicam isso, como o comportamento de risco masculino, o stress causado pelo trabalho ser maior no publico masculino já que geralmente é o homem que é o chefe de família e tem as maiores responsabilidades financeiras(em poucos anos isso vai ter mudado completamente) e até a menstruarão da mulher que faz o corpo liberar um hormônio que fortaleceria o trabalho cardíaco.

Mas sim nós homens nos alimentamos mal na maioria das vezes, e só precisei de uma hora por dia em um restaurante para comprovar isso.

Mas quer saber? Morro cedo mas morro sem comer aquele mato todo.

sahUSHAUSH

terça-feira, 7 de setembro de 2010

domingo, 22 de agosto de 2010

A Mundo do Qual não entendo...

Como entender a mente feminina?
É interessante o modo que as mulheres te acusam por não saber ler pensamentos, dizem que não pensando no sim e esperando que você adivinhe isso e insista para elas fingirem que mudaram de ideia, mas na verdade elas queriam desde o principio. Fazem coisas que você detesta (sabendo disso) e ainda acham que estão com a razão.
Se fazer de vitima é a especialidade feminina, logo tudo que você quer e uma mulher não quiser se tornara em uma discussão que ela será a vitima e você o malvado incompreensível.
Tudo que é fácil é proibido pela mente feminina, só poderá ser feito pelo modo difícil no qual você não gosta e da muito mais trabalho do que o modo simples.
Já tentou presentear uma mulher com o que ela gosta de comprar? Pois se não tentou, continue sem tentar por que incrivelmente ela não vai gostar. Pelo simples fato de que ela gosta de comprar, mas não gosta de ganhar de presente (?) confuso? Pois é também acho.
Sabe qual presente ela vai gostar? Aquele mais chinelão que você conseguir pensar, por que vai ser escolhido pensando nela (serio eu continuo sem entender). Ou então o mais caro que puder comprar por que ai se ela não gostar pelo menos ficara feliz de ter ganhado algo muito caro.
Contrariar uma mulher é outra atividade extremamente cansativa e incomodativa, por isso na maioria das vezes os homens as deixam falando sozinhas o que gera outro problema, o de você ser acusado de não se importar com o que ela pensa.

Qualquer coisa que você homem tentar fazer para fugir disso será em vão, se não for me explique como conseguiu, por favor.

Entenda as Mulheres (Eu a patroa e as crianças).

sábado, 24 de julho de 2010

Tudo É Mágico

E você já sentiu como se estivesse sozinho?
E você já desejou que ninguém o conhecesse?
Eu posso dizer que eu já...
eu posso dizer que eu já...
E você já sentiu que as coisas aqui não estão certas?
E você já sentiu o tempo escorregando?
Eu posso dizer que eu já...
eu posso dizer que eu já...

Então, por favor, escute isso
E preste atenção ao seu coração acelerando sem limites
E procure pelas estrelas enquanto o sol vai embora
Cada fôlego que você toma tem o som de um trovão
Tudo, tudo é mágico
Apenas sente-se e segure-se, mas segure-se com força
Prepare-se para o melhor e o mais rápido passeio
E estenda sua mão e eu a farei minha
Tudo, tudo é mágico.

E você já ficou acordado à noite?
E você já disse a si mesmo "não experimente"?
Não experimente ficar triste...
não experimente ficar triste...
E você já se viu apaixonado?
E você já se arriscou, meu amor?
Porque eu sei que eu vou...
porque eu sei que eu vou...

Então, por favor, escute isso
E preste atenção ao seu coração acelerando sem limites
E procure pelas estrelas enquanto o sol vai embora
Cada fôlego que você toma tem o som de um trovão
Tudo, tudo é mágico
Apenas sente-se e segure-se, mas segure-se com força
Prepare-se para o melhor e o mais rápido passeio
E estenda sua mão e eu a farei minha
Tudo, tudo é mágico
Tudo, tudo é mágico.

Então, por favor, escute isso
E preste atenção ao seu coração acelerando sem limites
E procure pelas estrelas enquanto o sol vai embora
Cada fôlego que você toma tem o som de um trovão
Tudo, tudo é mágico
Apenas sente-se e segure-se, mas segure-se com força
Prepare-se para o melhor e o mais rápido passeio
E estenda sua mão e eu a farei minha
Tudo, tudo é mágico


(Angels and Airwaves)

sexta-feira, 23 de julho de 2010

ELEIÇÕES

É muito interessante o comportamento desses seres em maioria safados que mal sabem ler e querem dinheiro facil as custas do dinheiro publico nessa época eleitoral, é favorzinho pra cá, arroz ali, ajudinha aqui... CARALHO!

Ainda estamos nessa? Pessoal ACORDEM!

o que essas pessoas realmeste fizeram por vocês?
Tem segurança na sua cidade?
Tem emprego?
Tem obras realizadas?
Escolas de nivel aceitavel?
Creches com vagas disponiveis?

NÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!

NUNCA TEM! sabem por que?
Porque ninguem cobra, ninguem tem interesse nisso, só querem seus favores em troca de seu voto!

é a maior burrice que alguem pode fazer, enquanto voce tah fudido o cara dos favorzinhos tah ganhando uma nota pra nao fazer nada e ainda ganha mais um caminhão desviando verba e vendendo apoio politico.

Entao, voce ai que perde horas por dia na internet, nao custa nada gastar um pouco desse tempo para politica, afinal é atraves dela que muita coisa na sua vida pode mudar.

terça-feira, 20 de julho de 2010

sexta-feira, 11 de junho de 2010

A Arte da Mudança

Conersando com meu amigo, tentando convence-lo de algo que ele nao queria e acabei eu por ser convencido de algumas coisas...

MUDAR...


*Joe:
Cada um de nós somos diferentes. Nascemos diferentes, e temos idéias diferentes. Temos o livre arbítrio de pensar o que quisermos, de perceber as coisas como nos convem ou como achamos melhor. O mundo só é o que é pra nós porque nós o percebemos assim. Tu percebe de uma forma e eu de outra.
*Isso acontece porque cada um de nós estamos em um determinado ponto no espaco social.
*Logo, nós percebemos o mundo do ponto de vista que nós estamos, e isso pode diferenciar do ponto de vista que outra pessoa está.
*Quem está certo?
*Isso é relativo.
*O que é certo e errado?
*Esse conceito pode até ser conotativo na sociedade,
*mas intimamente, dentro da ética de cada um, o limite entre certo e errado entre 2 pessoas não apenas podem
*mas certamente serão diferentes.
*Alguns semelhantes, mas nunca igual
*porque somos todos diferentes
*Isso é fato e indiscutível.
*Agora,
*Todos os dias, recebemos estímulos externos
*vemos coisas
*ouvimos coisas
*e isso reflete em alguma coisa em nossa mente
*isso significa que,
*O Cris que começou a escrever esse texto, simplesmente pela necessidade de "pensar" em escrever isso, ele já se transformou em outro.
*A cada estímulo,
*há uma reação interna
*O aprendizado é exatamente isso
*e nós estamos cada dia, cada hora,
*cada segundo que passa
*madurecendo
*se transformando
*se questionando
*vivendo e aprendendo
*portanto, todos nós, estamos sempre em "constante transformação".
*E a mudança objetiva está sempre acontecendo, queiramos percebe-la ou não.
*Não estamos parados na vida
*estamos sempre fazendo algo.
*Logo percebemos a cada momento o mundo de um outro ângulo
*Percebemos o mundo diferente,
*mudamos,
*portanto para a gente mudar,
*Basta querer enchergar a vida de outra forma
*de outro lugar
*propositalmente ou inconscientemente.
*é fato.
*Na minha situação eu diria que acabei por flagrar as minhas mudanças inconscientes
*e passei a admira-las, porque percebi que com essa consciencia,
*nos tras a evolução intelectual.
*Isso é mudar, no meu ponto de vista
*E certamente o Joe que começou a falar comigo Hoje, já é outro após ter lido isso. Você também mudou,
*quer aceite ou não.


(Cristiano Zarichta)

terça-feira, 11 de maio de 2010

Abra Sua Mente Faça Sua Mala

Estava me perguntando: até onde os meus sonhos me levam? E como um balde de renovação eu tive uma conversa muito produtiva no qual me fez lembrar um tempo atrás em que eu nunca perdia minha esperança de alcançar tudo o que eu consigo sonhar, lembrei de como é importante manter meus sonhos acessos...

Afinal, sim é o motivo no qual vivemos e procuramos a felicidade, que vida terá alguém que não busca nada? Não busca realizar seus sonhos...

pode ser coincidência porem apartir do momento que busquei aquela minha forma de ser que aos poucos se perdia me senti vivo novamente (comentário emo kkkk).

Acredito que tudo vem de mérito, você busca você conquista... O "por acaso" só existe nos olhos de quem não faz por merecer e por isso não tem as oportunidades.

Um breve primeiro capitulo dos meus pensamentos resumidos =D

sábado, 8 de maio de 2010

A estréia

Vou compartilhar parte de minha vida com todos que estejam interessados em ler, admito que semprei achei isso coisa de desocupado com déficit de atenção, mas como no momento estou com tempo livre vou cair nessa de contar tudo para o mundo tambem... aHUSHUAS

SEJAM BEM VINDOS AO FANTÁSTICO MUNDO DE JOW o/